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CRIAÇÃO DO 2º CARGO DE ASSISTENTE JUDICIÁRIO

CRIAÇÃO DO 2º CARGO DE ASSISTENTE JUDICIÁRIO

NOS GABINETES DOS MAGISTRADOS – 1° GRAU

 

 

           O Diário de Justiça Eletrônico de 23/06/2016, publicou à pág. 10, decisão do Órgão Especial de 22 do corrente, aprovando por v.u. o Expediente do SPRH 2.2.2 – Proc. 1306/2011, criando o 2º cargo de ASSISTÊNTE JUDICIÁRIO para o gabinete dos magistrados de primeiro grau.

 

           Tais cargos, no entender da Associação dos Serventuários de Justiça dos Cartórios Oficializados do Estado de São Paulo – ASJCOESP, tem sido objeto de antigas reivindicações da classe que representa os Escrivães Judiciais.

 

          Ocorre que, apesar da necessidade de tais auxiliares ao Magistrado, se aproveitado um dos Escreventes lotados no mesmo Ofício de Justiça, acaba por deslocar um servidor experiente para o gabinete, desfalcando o já combalido grupo de funcionários aptos para o mister de suma importância na tramitação dos processos.

 

          Não desconhecemos a defasagem de escreventes treinados na área de informática que, se não reposto após o afastamento, acaba por prejudicar os serviços da serventia, mormente o do processamento digitalizado já instalado, objeto de reclamações constantes dos advogados e mesmo da OAB.

 

          Assim para evitar-se o “afogamento” dos serviços, que, ao ter sacado um dos escreventes do Ofício, outro fosse ali lotado, mesmo porque o nome de tal funcionário não figura na freqüência geral destes.

 

          Por tal razão, o ESCRIVÃO JUDICIAL (Coordenador ou Supervisor) não pode assumir ou mesmo acumular mais esta função, como já vem ocorrendo na extinção das Seções (Chefias).

 

          A propósito leia-se o preâmbulo da matéria comentada por Guilherme Pimenta (guilherme.pimenta@jota.info). 

 

“O processo eletrônico chegou no Estado de São Paulo trazendo modernidade, redução de custos e prazos – e também muita dor de cabeça. Advogados e promotores reclamam da rede lenta do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e dos episódios frequentes em que o sistema trava. Juízes comentam que, se não forem muito organizados na gestão do gabinete, logo se veem num emaranhado digital difícil de enfrentar.”

 

          Com a palavra o Senhor Presidente do T.J. de São Paulo.

                                                             

                                                       CLODOMIL A. ORSI

                                                                                                   Presidente

27/6/2016 - Arquivo

 
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